Meio Ambiente

Atualmente é muito comentada e preocupação mundial a preservação da natureza, para garantir a qualidade de vida que necessitamos. A empresa de tambores PETROTAN, consciente dessa responsabilidade em preservar a natureza, ajuda na preservação reciclando tambores, bombonas e containers e tem a preocupação de trabalhar com empresas parceiras que também atuam com responsabilidade na utilização de recursos naturais.

MMA promove Seminário sobre Monitoramento de Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs)
Essas substâncias são altamente tóxicas e geradas em diversos processos industriais como na produção de PVC ou de papel através do processo de branqueamento com cloro; geração e composição de herbicidas, inseticidas e fungicidas, incineração de lixo, entre outros.

O objetivo do seminário é reunir universidades, institutos de pesquisa, laboratórios e órgãos de governo, que atuem na área de avaliação e monitoramento de poluentes orgânicos, para discutir e melhor conhecer a capacidade institucional e técnica de avaliação de POPs, bem como resgatar dados e informações geradas nos diferentes projetos existentes nas instituições participantes para compor um relatório preliminar sobre a contaminação com POPs no Brasil.

Consta da programação, ainda, a apresentação de vários trabalhos e estudos técnicos relativos à análise de poluentes orgânicos e dados de monitoramento existentes. O trabalho permitirá ao Brasil atender a demandas oriundas da Convenção de Estocolmo sobre POPs, em especial a implementação do Programa Global de Monitoramento de POPs.

O evento é coordenado pela Gerência de Segurança Química, da Secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, com apoio técnico da Fiocruz e apoio institucional do Instituto Nacional de Tecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia.
Fonte: www.mma.gov.br

Meio Ambiente no Brasil
Inicialmente, a preocupação ambiental se confundia com a luta pela defesa de nossas florestas. Durante os quatro primeiros séculos de ocupação humana, no Centro-sul e no Nordeste, o desenvolvimento do País e dessas regiões se fazia à custa da derrubada das florestas. Os cerrados e os campos rupestres, bem como as caatingas, eram considerados áreas marginais e recebiam atenção também marginal. O desenvolvimento agrícola exigia a destruição das matas. Assim, até os anos de 1950, o café respondia por aproximadamente 90% de nossas exportações. Os cafeeiros são plantas vorazes, que exaurem o solo e exigem terras muito férteis. A cafeicultura de expressão econômica se iniciou junto ao Rio de Janeiro, onde Dom Joío VI estabeleceu a capital real. Depois, a cafeicultura migrou através do Vale do Paraíba do Sul. Em seguida, tangenciou São Paulo, para ocupar Campinas e se espraiou pelo oeste do Estado. Mais tarde ocupou o noroeste do Paraná. Ocupou também o sul de Minas Gerais e partes do estado do Espírito Santo. No Nordeste a produção agrícola principal era e ainda é a plantação de cana para a fabricação de açúcar e álcool, também muito importante no Sudeste. O Brasil era, até meados do século XX, uma nação basicamente agrícola.

Essas características, aqui muito resumidas, de nossa evolução econômica, tiveram não apenas profundas conseqüências na aceleração do desenvolvimento do País, mas também causaram grandes impactos ambientais.

Paulo Nogueira-Neto
Fonte: www.mre.gov.br

 

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